quarta-feira, 10 de setembro de 2014



Budismo para crianças 



Dosho Saikawa Roshi é o Superior Geral da Soto Zen para a América do Sul. Mas o que muitas pessoas não sabem é que além de todas as suas atividades como monge, ele é escritor e ilustrador. No início deste ano ele lançou um livro infantil pela Companhia das Letrinhas sobre a história de um peixinho, “Tarô” que saiu pelos mares em busca da água da vida. O título é bilíngue, com textos em português e japonês e as ilustrações são aquarelas criadas e desenhadas pelo próprio monge. O livro traz ainda a biografia do autor e uma breve história do budismo.  

Dosho Saikawa Roshi

Links relacionados 
 

  • Artigo na Folha de São Paulo sobre o livro. 

http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/08/1320673-monge-zen-escreve-contos-para-criancas-e-prepara-primeiro-livro-infantil-no-brasil.shtml


  • Site da Compania das Letras. 
http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=41070


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terça-feira, 9 de setembro de 2014

O blog do Monge.


No dia 28 de março de 2007, uma quarta-feira, Monge Genshô fez a primeira postagem no blog chamado "O Pico da Montanha é estão os meus pés". No texto ele dizia

"Espero que ele (o blog) possa ajudar aos muitos que se perguntam se é possível conciliar o mundo com o caminho espiritual. A resposta é sim, mas o como é o nosso tema."

Desde então, sete anos se passaram. O blog recebe diariamente uma média de 900 visualizações, tendo sido acessado 563.000 vezes desde sua criação.

O monge é ainda autor do livro "O princípio dos interesses coincidentes" e de um livro homônimo ao do blog.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Monge Genshô em Uberlândia 


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Zazenkai em Florianópolis



No feriado do dia 07 de setembro, a Comunidade Zen Budista de Florianópolis organizou uma prática aberta a todos os praticantes, chamada de zazenkai. A palavra significa literalmente “se unirem para a meditação”, é um retiro zen-budista, menos intensa e de menor duração do que um sesshin. 

Muitas pessoas participaram do evento. A programação ocorreu durante todo o domingo, com períodos de meditação sentada (zazen) e caminhando (kinhin). Além de duas palestras com o Monge Genshô, a primeira fazendo uma introdução ao zen budismo e a segunda uma conversa informal, na qual o Monge deu a palavra para sua aluna, a monja Jikihô, que pode compartilhar com os presentes sua experiência de três meses em um mosteiro budista no Japão. 

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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Histórias do zen

 

"...Esses dias alguém me rememorou uma história típica do zen. Encontraram-se a beira de um rio, um mago, um yogue e um mestre zen. E o yogue disse: “Vou mostrar à vocês como se atravessa um rio”. Elevou-se no ar e pousou na outra margem. Então o mago disse: “Isso não é nada”. Foi até a beira do rio e foi caminhando por sobre a água até o outro lado. O mestre zen, olhando tudo aquilo, arregaçou  a roupa, entrou no rio e foi com muita dificuldade, caindo, tropeçando, nadando, até que chegou a outra margem todo ensopado. Começou a torcer a roupa, olhou para os dois e disse: “ Vocês não sabem nada sobre atravessar um rio..."

14/05/2011
Monge Genshô

quinta-feira, 22 de maio de 2014




 


 Há um conto Taoísta sobre um velho fazendeiro que trabalhou em seu campo por muitos anos. Um dia seu cavalo fugiu. Ao saber da notícia, seus vizinhos vieram visitá-lo.
"Que má sorte!" eles disseram solidariamente.
"Talvez," o fazendeiro calmamente replicou. Na manhã seguinte o cavalo retornou, trazendo com ele três outros cavalos selvagens.
"Que maravilhoso!" os vizinhos exclamaram.
"Talvez," replicou o velho homem. No dia seguinte, seu filho tentou domar um dos cavalos, foi derrubado e quebrou a perna. Os vizinhos novamente vieram para oferecer sua simpatia pela má fortuna.
"Que pena," disseram.
"Talvez," respondeu o fazendeiro. No próximo dia, oficiais militares vieram à vila para convocar todos os jovens ao serviço obrigatório no exército, que iria entrar em guerra. Vendo que o filho do velho homem estava com a perna quebrada, eles o dispensaram.
Os vizinhos congratularam o fazendeiro pela forma com que as coisas tinham se virado a seu favor.
O velho olhou-os, e com um leve sorriso disse suavemente:
"Talvez." 

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